ATIVIDADE DE PATRULHA OU UNIDADE

  • Sugestões de atividades possíveis no contexto de pequenos grupos - Patrulha ou Unidade (no caso de constituir um pequeno grupo - até 10 pessoas de acordo com as regras da DGS):

Reunião semanal:

  • Realização da habitual reunião semanal em pequeno grupo, em espaço designado pela Direção do Agrupamento, cumprindo com todos os pressupostos já descritos para a realização de atividades presenciais em espaços interiores e exteriores;

  • Acompanhamento de cada pequeno grupo preferencialmente sempre pelo(s) mesmo(s) Adulto(s);

  • Dar preferência à realização destes momentos em espaços exteriores, com desfasamento entre os grupos;

  • Observar as normas relativas ao transporte já abordadas no capítulo anterior.

Atividade de 1 dia:

  • Realização de uma atividade de 1 dia (sem dormida), em espaço designado pela Direção do Agrupamento, cumprindo com todos os pressupostos já descritos para a realização de atividades presenciais em espaços interiores e exteriores;

  • Acompanhamento de cada pequeno grupo preferencialmente sempre pelo(s) mesmo(s) Adulto(s);

  • Dar preferência à realização destes momentos em espaços exteriores, com desfasamento entre os grupos, e caso implique movimentação do grupo ao longo do dia, com especial cuidado nos trajetos e respeito das normas de distanciamento físico, utilização de EPIs, e medidas de higiene pessoal;

  • Observar as normas relativas ao transporte já abordadas no capítulo anterior, com especial ênfase para a localização da atividade em zonas limítrofes ao Agrupamento.

Acampamento com noite(s) de campo:

  • Esta possibilidade aplica-se a todas as unidades com exceção da Alcateia, que devido às características específicas da faixa etária e necessidades de acompanhamento mais abrangentes, deverá para já restringir as suas atividades aos dois momentos sugeridos anteriormente: reunião semanal / atividade de 1 dia;

  • Acompanhamento de cada pequeno grupo preferencialmente sempre pelos mesmos Adultos;

  • Dar preferência à realização dos acampamentos em Centros Escutistas. Na impossibilidade de assim ser, deverão ser definidos outros espaços que garantam todas as condições de segurança, higiene, distanciamento, proteção, etc.;

  • O acampamento deverá ocorrer em pequeno grupo. Caso o espaço assim o permita, poderá existir mais do que um pequeno grupo, garantindo sempre o distanciamento físico, o não cruzamento em espaços comuns, a higienização de espaços comuns após cada utilização (WCs, Cozinhas, etc.);

  • Relativamente aos transportes, as atividades deverão limitar-se a zonas limítrofes ao Agrupamento, evitando grandes deslocações e privilegiando o andar a pé (e/ou de bicicleta - não partilhada). O uso de transportes públicos deve ser evitado. Em caso de necessidade do uso de transportes, estes deverão ser transportes próprios / familiares (veículos particulares de uso individualizado - não partilhado entre elementos).

  • Garantir a existência de material de campo em quantidade suficiente para a separação física dos elementos - jovens e adultos. Por exemplo, uma tenda por cada elemento; cozinhas adaptadas para apenas uma pessoa (sempre a mesma), confecionar todas as refeições - garantir manuseamento individual do equipamento de cozinha;

  • Todo o material coletivo de campo, deverá ser usado individualmente, com higienização do mesmo, e dos utilizadores após e antes cada utilização, com exceção da tenda;

  • Apesar dos condicionalismos existentes durante o acampamento, deverá manter-se a observância de todas as normas previstas pelo Escutismo Movimento Seguro, em particular no Manual de Boas Práticas e Código de Conduta.

Recomendações para retoma a atividades náuticas

Comportamento e regras em terra e na preparação:

  • Privilegiar pequenos grupos; (Bando / Tripulação / Equipagem / Companha);

  • Todos os participantes devem chegar à atividade já equipados;

  • Na preparação da atividade e na passagem de instruções e informação, o Dirigente, terá de usar máscara protetora ou viseira;

  • Evitar espaços fechados (caso sejam utilizados, seguir indicações no documento “Sede”);

  • As embarcações, ao serem aparelhadas, devem distar entre si, no mínimo, 2 metros;

  • Os balneários devem manter-se fechados, apenas para efeitos de duche, sendo possível o seu acesso ao vestuário e ao WC, na relação de 1 pessoa por cada 5 m2;

  • Obrigação de utilização de máscara, durante a fase de aparelhagem e preparação para entrada na água (promover que os elementos tenham mais do que uma máscara, para o caso de se molhar);

  • Disponibilizar gel desinfetante e proceder à desinfeção das mãos antes e após a atividade e a cada troca de material;

  • Criar circuitos de circulação para entrada e saída da água;

  • Evitar a partilha de objetos pessoais;

  • Os coletes devem ser dos próprios. Nas situações em que não seja possível, desinfetar antes e depois de serem utilizados.

Em atividade náutica:

  • Utilizar no máximo 4 embarcações na atividade, no caso da canoagem o limite será 8, mais a embarcação de apoio;

  • Evitar a partilha de objetos pessoais na embarcação;

  • Máximo de ocupação de 3 elementos por embarcação à vela com exceção do Optimist que deverá ser individual;

  • Manter a utilização de máscara nas embarcações que não se consiga um distanciamento superior a 1,5m. No Optimist é dispensada a utilização da máscara;

  • Canoas devem ser utilizadas por apenas um elemento, sem necessidade de utilização de máscara;

  • Na canoagem não partilhar pagaias;

  • Na vela manter os elementos com a mesma responsabilidade dentro da embarcação (vela grande, vela de estai, leme, etc.) sem trocas;

  • Embarcação de apoio só com 2 tripulantes no máximo, com a utilização de máscara.

No final da atividade:

  • Fazer a desinfeção das embarcações;

  • Fazer a desinfeção dos coletes e restante material;

  • As embarcações, ao serem desaparelhadas, devem distar entre si, no mínimo, 2 metros;

  • Evitar a agregação dos elementos, mantendo o distanciamento entre si e entre os grupos que compuseram a atividade;

NOTA: As recomendações apresentadas acompanham as diretivas da Federação Portuguesa de Vela, que foi incumbida pelo Secretários de Estado da Juventude e Desporto da preparação do regresso gradual às atividades náuticas.

O documento foi elaborado em colaboração com a Equipa Nacional Escutismo Marítimo.